Viajar conecta a nossa mente com o mundo




"Viajar é trocar a roupa da alma", essa frase de Mario Quintana nós faz compreender um pouco o quão satisfatório pode ser nós trocarmos a roupa da alma. Quem não gosta de viajar, não é verdade? Conhecer lugares diferentes, vivenciar uma cultura nova, conhecer outros tipos de alimentos, entre tantas outras coisas que dá para fazer.


Viajar nem sempre é ir para tão longe. Claro, que é muito bom sairmos do nosso país, fazer intercâmbios, é uma grande oportunidade de conhecer outras realidades. Mas, quantas vezes nós saímos de nossa cidade, e já nos deparamos com situações e culturas distintas das nossas? Ou até mesmo saímos de nosso Estado e vamos à outro... há um choque cultural que precisamos nos habituar para conviver com aquela realidade.
Gosto muito do texto do escritor e empreendedor Amyr Klink que diz:

Santuário de Aparecida - São Paulo/Junho de 2015
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”

Com isso, conclui-se que viajar, mesmo que seja para praça mais perto de sua casa, ou simplesmente, sair de seu lugar de conforto é essencial para o ser humano. É de extrema importância que nos comuniquemos com o outro e também que nos conectemos com o mundo e a natureza ao redor. Quanto ao viajar para longe? Melhor ainda, pois a conexão de saberes que será adquirida em nossa bagagem mental trará uma nova vivência e novos rumo a seguir.



E você, gosta de viajar? 


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